⚡Pedal Balrog Mark II: impressiona Bryce VanHoosen com timbre encorpado e proposta “não convencional”.
O guitarrista Bryce VanHoosen voltou ao seu canal no YouTube com mais uma análise detalhada de equipamento musical, desta vez destacando o pedal Balrog Distortion Mark II, da Blackhawk Amplifiers. O modelo chama atenção pelo visual artesanal, acabamento metálico e detalhes rúnicos gravados à mão.
Bryce testou o pedal como pré-amplificador, substituindo a seção de pré de um amplificador tradicional. “Esse pedal tem um visual incrível, parece uma peça feita à mão, com um símbolo rúnico islandês e seis controles bem definidos”, comentou o guitarrista logo no início do vídeo. Os knobs incluem volume, médios, ganho (representado por um pequeno tridente), agudos, graves e profundidade.
Estrutura interna e proposta sonora
Internamente, o Balrog Mark II utiliza três chips operacionais RC4558, conhecidos por seu desempenho em pedais de alto ganho. “Quando você coloca o controle de agudos no máximo, dá para ouvir claramente os op-amps trabalhando. É um som muito legal”, disse Bryce.
O objetivo do pedal é funcionar como pré-amplificador de alto ganho em formato compacto, e ele foi testado nessa função, rodando direto no loop de efeitos de um Friate Power Station. A cadeia de sinal incluía a guitarra Jackson RR24FRH, equipada com captador EMG FET-55, pedais como Grimm 3 da This Heavy Earth, Boss Classic Chorus Ensemble, Fortin Zool como noise gate, além de efeitos adicionais processados no Eventide H90 e interface Universal Audio Apollo, com impulsos de resposta (IRs) dentro do Reaper.
Timbre encorpado e versatilidade
Ao tocar os primeiros riffs, Bryce comentou: “É um som gordo e encorpado. Estou precisando de um pouco mais de agudos e talvez um pouco mais de volume e ganho”. A resposta do pedal o impressionou: “Esse é um timbre ousado vindo de um pedal, e definitivamente tem aquela sensação de amplificador”.
Ele destacou que muitos músicos evitam usar pedais como pré-amplificador por receio de um som magro ou sem dinâmica, mas o Balrog Mark II mostrou peso nos graves e grande versatilidade, podendo gerar timbres doom ou até thrash.
Características da distorção
Com ajustes finos, Bryce buscou sons mais agressivos e testou a adição de um pedal de boost, afirmando: “Eu quase nunca uso um pré ou ampli sem um boost na frente, só para dar aquela apertada no som, é assim que eu gosto”.
O guitarrista destacou o diferencial do pedal: “Tem um grão mais grosso, meio sujo, o que eu chamo de som ‘nasty’, no bom sentido. Não é algo que você encontra em muitos equipamentos por aí”. Segundo ele, o Balrog não soa como um pedal típico, lembrando amplificadores valvulados dos anos 70, com resposta dinâmica que exige interação do músico.
Conclusão e impressões finais
Encerrando a análise, Bryce afirmou: “O Balrog Mark II é um pedal com uma sonoridade única. Se você procura algo com personalidade, que não parece um pedal comum e entrega um timbre pesado, encorpado e sujo, no melhor sentido, vale muito a pena conferir”.
Ele ainda elogiou o toque artesanal da construção: “Curti muito essa vibe rústica e feita à mão. É um pedal que parece ter alma”.
Assista ao vídeo completo: Balrog Distortion Mark II – Análise por Bryce VanHoosen
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