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Entrevista com a banda Urantia

Primeiramente quero agradecer a todos da Urantia pela entrevista.

Nesta primeira parte da entrevista eu gostaria que vocês nos falassem sobre a sua discografia.

1- Conte-nos a respeito da produção dos seguintes trabalhos:

1) O EP Urantia Acoustic lançado em 2016:

A: A Urantia começou como um projeto voz e violão por ser muito difícil arrumar músicos disponíveis e dedicados dentro do estilo Heavy Metal em Petrópolis. E para dar um pontapé inicial, mesmo sem termos uma banda completa, eu (Vicktor) e a vocalista da época resolvemos fazer esse formato para mostrar a nossa música de qualquer forma. Era a vontade de fazer acontecer. E nesse período, ensaiamos e gravamos essas versões acústicas das 4 primeiras músicas. Também fizemos um show de lançamento e divulgação dessa demo em formato vozes,violão e piano.

Wagner Barbosa: Interessante,  não imaginava que está era a motivação para o álbum, realmente é muito difícil conseguir músicos para Heavy Metal no Estado do Rio de Janeiro, ainda mais na região serrana, o metal precisa ser mais difundido em nosso país e em especial nos Estados como o nosso. 

2) O EP Innerverse I lançado em 2017:

A: O Innerverse já foi o marco da formatação como banda propriamente dita da Urantia. Trocamos de vocalista e tivemos a entrada de um baixista, porém a banda ainda não estava completa. E com a mesma vontade de fazer a banda acontecer, decidimos gravar o album em duas partes. A parte um conta com o trio da época, sendo que eu gravei as guitarras base e para as guitarras solo tivemos participações especiais.

As músicas gravadas eram as que não tinham sido tocadas na demo “Acoustic”, músicas que foram feitas nesse período de uma formação para outra, que foram Self Enemy e Keep it Alive (além de já apresentar uma versão acústica de Moon, give me strength remetendo a raiz da banda como um projeto voz e violão).
Já na segunda parte (Innerverse II), tivemos a entrada do atual guitarrista Wallace “The Wall” Oliveira pra completar o time. E dessa vez gravamos as versões elétricas das músicas iniciais, acrescentando uma nova: Evil Angel

Wagner Barbosa: Esse foi então um trabalho mais técnico da parte de vocês, era o começo da profissionalização da banda como um todo,  teve a entrada de novos integrantes, um recomeço da banda como um todo por assim dizer. 

3) O Single Evil Angel lançado em 2019:

A: Foi a música que foi composta por último para os albuns Innerverse. É uma brincadeira de duas personalidades dentro de uma mesma pessoa. As vezes algumas pessoas nos enxergam de uma forma, mas mal sabem elas que somos verdadeiramente de outra quase completamente diferente.

Wagner Barbosa: Interessante a ideia por detrás da concepção desta música, essa ideia de que cada um vê a banda de uma forma, isso me soa meio como uma mistura abstrata de coisas na qual cada ouvinte do vosso som consegue ter uma concepção diferente, extrair da música um sentimento particular a cada um. 

4) O EP Innerverse II lançado em 2017:

A: *Juntei os dois numa resposta só lá em cima. 

Wagner Barbosa: OK! 

Agora falaremos sobre a formação da banda.

2- Como os integrantes da banda se conheceram?

A: Atualmente temos eu na bateria (Vicktor Correa), Rafael Dalcero no baixo, Wallace “The Wall” Oliveira na guitarra e Raíza Silva nos vocais. O Rafael eu já conheço há uns 15 anos, foi um dos baixistas que toquei nos meus primeiros shows profissionais e desde então temos uma amizade muito forte além da música. O surpreendente é que como tocavamos músicas de outros estilos (como músicas instrumentais e mpb) nunca imaginei que ele se interessaria em fazer um teste pra banda. E não só se dispôs a fazer o teste como desde então vem se dedicando ao extremo em executar as músicas beirando a perfeição! Impressionante ver tal dedicação! E isso se reflete em ele não só tocar bem, mas também absorver a linguagem do Heavy Metal.

O Wallace foi uma indicação de um conhecido em comum nosso que me disse que havia um rapaz novo (na cena e de idade rs) se destacando em gravações e shows no Rio de Janeiro e que valeria a pena trocar uma ideia com ele. Desde o primeiro momento em que tivemos contato, bateu uma sintonia e intimidade que é raro de acontecer ao meu ver entre as pessoas. E isso se reflete na nossa música até hoje.
Quanto a Raíza, já era fã da banda, e foi outra surpresa. Eu e ela já conversávamos sobre arte e música com uma certa proximidade, até um dia ela dizer que cantava em teatro musical. Fiquei curioso em ouvir as músicas da banda na voz dela e foi surpreendentemente positivo o resultado. Mostrei aos amigos da banda e todos ficaram abismados assim como eu com a música que ela tinha gravado de improviso. Decidimos testá-la em outras duas músicas e o resultado foi ainda melhor! Isso pra não falar de todo o background artístico que ela já possui e a dedicação que demonstrou, fatores determinantes para a entrada dela na banda.

Wagner Barbosa: Interesse a história da formação de vocês, o som da banda é executado com um grande entrosamento, a voz da Raíza é de fato muito boa, o Power Metal de vocais femininos é ainda algo pequeno, mas que tem muito para ser gigante e vocês com toda certeza farão parte disso, o som, o domínio de tempo, os acordes tudo em vocês é muito bom e promissor.

3- Quais atividades o Urantia estava realizando antes da pandemia de Corona Vírus?

A: Estamos fazendo gravações de audio e video remotas e lançando como uma versão “ao vivo remota” das nossas músicas. O pessoal grava em casa com uma guia e me manda pra mixar e editar tudo. Publicamos no nosso canal no Youtube e também no IGTV do Instagram da banda. Até o momento dessa entrevista já lançamos dois videos, Against the Storm e Self Enemy, e faremos mais videos contendo todas as músicas que já foram lançadas, porém agora com essa nova formação e alguns detalhes novos da interpretação de cada membro atual.

Wagner Barbosa: Não imaginava que as músicas eram compostas dessa forma tão particular, bom saber que estavam trabalhando em músicas antes da COVID. 

4- Quem escreve as letras da banda?

A: Nos albuns Innerverse foram todas escritas por mim, com exceção da Evil Angel que tem parceria com a Jana Davel. Estamos pra lançar um novo single que também foi escrito por mim, mas para o próximo album, que já está sendo composto, temos parcerias de quase 4 pessoas numa música só.

Wagner Barbosa: Então as composições são bem dinâmicas, isso é realmente muito bom para qualquer banda, pois, permite que o trabalho se torne mais criativo. 

5- Como geralmente ocorre o processo de produção de uma música ?

A: É feita uma gravação demo da ideia primária, geralmente com bateria eletrônica e simuladores de amplificadores pela pessoa que a compôs, em seu home estúdio. Após isso, pela internet mesmo enviamos essas ideias primárias uns para os outros e , se a música estiver pronta com relação a estrutura, cada um grava a sua parte em casa com a sua interpretação para somar a ideia primária. Após isso, fechados os arranjos e letras, ensaiamos e vamos para um estúdio maior gravar as versões finais.
Quando é o caso de uma ideia inicial contendo somente um riff ou batida de bateria, vamos enviando essas partes uns para os outros e montando a música como um quebra cabeças com várias peças, mas que se encaixam de forma harmônica.

Wagner Barbosa: Uau! Que forma interessante de se compor, eu queria ter algo a mais para comentar sobre isto mas realmente não tenho {risos}.

6- Durante estes anos de existência da banda em algum momento vocês pensaram em desistir da jornada frente á alguma dificuldade?

A: Sim, claro. Devido a dificuldade de apoio aos artistas no geral no nosso país, TUDO é muito difícil. Diferente de países europeus por exemplo, aonde o país oferece aos cidadãos estruturas básicas para uma vida confortável, no Brasil estamos sempre pensando em sobrevivência de alguma forma. Estruturas de países de primeiro mundo permitem que os artistas se preocupem mais com a arte e tracem planos mais facilmente do que aqui no nosso país que temos que focar todos os nossos esforços para ter essa estrutura básica. Digo isso a nível social e musical também!
E por essas dificuldades, vendo muito dinheiro sendo investido para pouco retorno, já pensamos em desistir sim. Mas foi nessa hora que a nossa união e amizade além da música que fez a diferença!

Wagner Barbosa: Isso realmente é muito complicado, a música Heavy Metal é muito pouco valorizada no Brasil e mesmo iniciativas voltadas para este tipo de música como é o caso da plugmetal.com, recebem pouco apoio, é muito triste tudo isso, as bandas do Brasil que conseguem chegar na fama assim o fazem no estrangeiro, pois, no seu país de origem continuam sendo muito desvalorizadas.

7- Conte a seus fãs algo engraçado que já tenha ocorrido no caminho, ou, durante algum Show, ou, ensaio.

A: Será que o horário permite? HAHAHAHA

Uma vez após um ensaio, estávamos lanchando na sala da minha casa e fui mostrar o meu Bandolim pra galera. O Wallace pegou e começou a tocar uns acordes muito doidos. Eu peguei o meu cajon e fiz uma batida bem folk/etnica, a Jana começou a cantar umas melodias de improviso e do nada virou uma música bem mística, bem a cara da banda. Na hora que minha mãe chegou não entendeu nada e perguntou “Que isso, gente? Música de doido” Justamente porque estávamos quase em transe com o som hahahaha.

Wagner Barbosa: Essa história é realmente louca, não chega a ser a mais louca que já ouvi, certa numa entrevista com uma banda gringa de Power Metal o vocalista me disse que em um Shows pelos E.U.A  ao lado de uma banda Hard Rock, uma fã invadiu certa vez o palco alucinada atirou-se aos pés dele e abriu o zíper de sua calça querendo lhe fazer um boquete, ele gritou pelo segurança que conteve a moça. Eu deixaria ela fazer esse boquete { risos}, voltando a falar da história engraçada de vocês, de fato grandes músicas surgiram em momentos completamente desconexos, já vi bandas que se formaram em shows de outras bandas e até teve gente expulsa de banda que foi lá e construiu uma muito melhor { risos}.

8- Em qual lugar vocês atuaram pela última vez? Conte-nos um pouco sobre isto.

A: Foi num festival chamado Solstício do Som em Petrópolis. Foi um festival de bandas que ocorria aqui, mas infelizmente acabou.

Wagner Barbosa: É uma pena que tenha acabado o festival!

09- De todos os Shows já realizados quais foram os mais marcantes?

A: Fizemos poucos shows até agora, mas todos tiveram sua importância. Justamente pela garra e vontade de fazer acontecer da banda sempre nos viramos com os recursos que tínhamos.

Wagner Barbosa: Muitos outros convites a shows virão, a qualidade musical e técnica é suficientemente boa para isto, a banda tem aquela mistura essencial para se tornar um grande nome da música.

10- Falaremos agora do futuro, quais são os seus projetos para o futuro?

A: Os planos são lançar os vídeos pra completar a sessão da quarentena. Após isso vamos lançar um single que será bem single mesmo, não pertencerá a nenhum álbum. E logo assim que podermos nos reunir novamente após a quarentena, vamos voltar a ensaiar juntos e continuar trabalhando as músicas do novo álbum. Que dessa vez será um Full Length com cerca de 12 músicas e não um EP. Já temos o conceito, temática e alguns rascunhos de arranjos e letras, só falta formatar isso tudo.

Wagner Barbosa: Que interessante um novo trabalho saindo do forno e como a sua arquitetura já toda estruturada, acho que os fans do bom Heavy Power Metal podem esperar um grande álbum pela frente.

11- Citem algumas bandas que emergiram da mesma cena que vocês e comentem acerca do Underground local.

A: Aqui em Petrópolis temos pouquíssimas bandas remanescentes da época dos anos 2000 que a cena bombava! Mas posso citar algumas bandas que já acabaram mas valem a pena serem lembradas como: Skyrion, Odiséia e Undetakker. Já no Rio de Janeiro, temos as amigas da Melyra e Indiscipline que tem um material muito bom lançado.

Wagner Barbosa: Realmente muitas boas bandas existiram em nosso Estado e não sobrevieram com o tempo, lembro-me de uma chamada Black Rain que fazia Metal Crossover, o som deles era realmente muito bom mas infelizmente ficaram perdidos no tempo.

Das  bandas que vocês citaram lembro-me da Skyrion e da Melyra, as demais não cheguei a conhecer mas irei pesquisar o seu conteúdo, outra banda bem ativa da cena local é o Lyria que tive o prazer de entrevistar em 2018 e depois de vê-los numa apresentação na cidade do Rio de Janeiro.

12- Se vocês pudessem colaborar com uma banda ou músico atual, quem seria?

A: Dentro do metal qualquer músico do Shaman ou Angra pois são bandas que nos influenciaram demais, tanto no formato quanto na musicalidade. Fora do metal, na música brasileira temos vários artistas que admiramos imensamente, inclusive um deles pode até rolar uma parceria no futuro, quem sabe? Fica no ar hahaha.

Wagner Barbosa: Angra e Shaman são grandes nomes do metal nacional, boas bandas para uma cooperação de vossa parte se possível fosse.

13- Se vocês pudessem tocar em qualquer festival do mundo, qual escolheriam e por quê?

A: Wacken Open Air…e estamos lutando pra chegar lá!  É um dos maiores festivais de metal do mundo e toda a vibe do local e da galera nos cativa bastante.

Wagner Barbosa: Realmente este festival é incrível, particularmente a proposta do Ressurrection Fest me agrada mais, contudo o Wacken jamais poderia ser desprezado e sempre é um A+ em qualquer banda ter passado por lá, desejo do fundo de meu coração que vocês consigam chegar lá algum dia.

14- Se vocês pudessem mudar uma coisa sobre a indústria da música, o que seria?

A: Acho que é um problema bem mais profundo do que se vê. Mas eis a minha possível solução: Reestruturação governamental com leis e incentivos não só para artistas (que realmente precisam) mas para pequenos e micro empresários. Precisamos de uma base econômica sólida e estável para que as coisas fluam no Brasil. Posso parecer um pouco político falando, mas é a verdade que vejo. Se não há uma economia e política estáveis, não temos como nos estruturar como países de primeiro mundo. Tendo isso, os pequenos e micro empresários terão condições de abrirem seus bares e pubs sem ter que fecharem em 6 meses.
E para manter o local aberto, funcionando, lucrando e acabando com essa briga boba de cover x autoral, o dono do bar precisa definir dias e datas específicos do seu bar para ambos. Por exemplo: Segunda é o dia de jazz, terça de mpb, quarta rock, quinta blues, sexta e sábado para um artista maior e domingo samba. E ai no dia do Rock e nos fins de semana se varia entre bandas autorais e covers, artistas maiores e menores. Não estou indo contra o rock e metal, apenas sendo realista com relação aos negócios. Um bar precisa de rotatividade, pessoas consumindo, lucro no caixa e etc para continuar funcionando. É uma ilusão total que alguns fãs de rock e metal tem que o bar vai se sustentar somente com o nosso estilo que é específico para um público! Ainda mais com somente bandas autorais. Isso é fora da nossa realidade, apesar de ser um lindo sonho que eu também gostaria de que se tornasse realidade.
Há mais problemas também, como as plataformas de streaming pagarem pouco por direitos autorais, mas isso fica pra outro momento.

Wagner Barbosa: Vai bem por ai mesmo, creio que seja exatamente isso, sabe cara sou muito eclético participo de certo modo de várias subculturas, sou o tipo de cara que houve do rock ao modão de viola, e vejo sua percepação como cirúrgica.

15- Citarei dez clássicos do metal nos diga se alguns deles fazem parte de sua influência musical e caso sim , o que representam na sua vida.

1)Helloween –  “Keeper of the Seven Keys Part I e II”

A: Fundamental. Mistura de estilos dentro e fora do metal como música erudita que também faz parte da nossa cultura aqui em Petrópolis.

Wagner Barbosa:Essa banda realmente é primordial para qualquer banda de Power Metal, bom saber que eles são fundamentais na história musical de vocês.

2) Stratovarius – “Visions”

A: Marcou uma geração…a nossa que teve adolescência nos anos 2000 rsrsrs

Wagner Barbosa: Essa banda realmente marcou toda uma geração, é um trabalho que gosto muito.

3) Sonata Artica – “Winterheart’s Guild “

A: Esse em específico eu não conheço, mas faz parte da geração de power metal que citei.

Wagner Barbosa: É uma grande banda, um belo trabalho!!!

4) Blind Guardian – “Nightfall In Middle Earth”

A: Excelente! E ainda trás a temática conceitual que meio começou nas bandas de rock progressivo dos anos 60 e se estende até hoje. Além de usar mitologia para passar mensagens.

Wagner Barbosa: O trabalho deles é um dos mais importantes dentro da cena Power Metal, esses caras fizeram parte de toda uma revolução no mundo do metal.

5)  Hammerfall – “Crimson Thunder”

A: Não conhecemos esse.

Wagner Barbosa: NDA

6) Gamma Ray – “Land Of The Free”

A: Grandioso…fonte de inspiração

Wagner Barbosa: Esta banda é outra que tem qualidade e importância ímpar no cenário musical.

7) Rhapsody -“Symphony of Enchanted Lands “

A: Gostamos mais do Dawn of Victory, mas esse também é muito bom

Wagner Barbosa: NDA

8) Primal Fear – “Devil’s Ground”

A: Fundamental para o “Heavy” do nosso rótulo “Heavy Power Metal”. Mostra que dá pra se fazer um estilo melódico e pesado ao mesmo tempo, sem ter que repetir clichês e se pode estar aberto a outras vertentes do metal. 

Wagner Barbosa: É exatamente isso!  Um tipo de som que faz duas mesclas antes impensáveis com total maestria, o Heavy Power Metal é uma vertente que muito me agrada. 

9) Cain’s Offering- “Gather The Faithful”

A: Não conhecemos. 

Wagner Barbosa: NDA

10) Celesty – “Vendetta”

A: Não conhecemos. 

Wagner Barbosa: Escutem qualquer dia desses é um grande som de Power Metal, muito respeitado inclusive. 

16- O que vocês tem feito para manter a união da banda nestes tempos de pandemia de Corona Vírus?

A: Dar apoio emocional uns aos outros. Tivemos perdas próximas às nossas famílias e o isolamento também mexe com o psicológico. Mas estamos produzindo como nunca na história da banda por incrível que pareça. 

Wagner Barbosa: Lamento por essas perdas próximo a vocês meus sentimentos, essa pandemia realmente está mexendo com todo mundo, é muito difícil tudo isto que estamos passando, mas logo surgem as vascinas e esses vírus ficará no passado. 

É bom saber que mesmo com a Covid vocês estão produzindo novas músicas e dando seguimento a banda. 

Novamente agradeço pela entrevista e deixo este espaço aberto para que
vocês deixem um recadinho especial ao público.

A: Muito obrigado pelo apoio que vocês tem nos dado! Cada comentário, cada mensagem, cada elogio é um combustível para que continuemos seguindo em frente mostrando a nossa arte e elaborando conceitos para vocês pensarem fora da caixa sobre a vida e existência, que é o nosso papel. Questionar, filosofar, refletir e mudar pra melhor.
Hail, Urantians!

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